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chamada geral

domingo, 13 de novembro de 2016

SISTEMA TRIBUTÁRIO (Apostila de Seguro Rural) - Considerações importantes

Com uma economia aberta ao exterior, isto é, com possibilidade de exportar e importar qualquer produto do agronegócio, a carga tributária deveria ser compatível com a dos nossos competidores.

Como os concorrentes dos brasileiros, inclusive no Mercosul, têm impostos baixos, fica difícil para o produtor do Brasil competir nos mercados externos. Não é raro acontecer de perdermos o próprio mercado interno, porque os produtos importados nos chegam mais baratos.


Curiosidades

No Brasil, os gastos dos empresários com transporte de cargas chegam a 12% do PIB, e estima-se que esse número possa chegar a 20% nos próximos anos, dada a falta de investimento do Governo nesse segmento. Na China e na Áfricado Sul, eles são de apenas 8% e 9%, respectivamente, e há projeção de queda para algo em torno de 7% do PIB.


Não há como o produtor rural e a agroindústria serem competitivos com governos vorazes em criar novos impostos e aumentar os atuais, e com mecanismos complexos de arrecadação, o que aumenta os custos de produção. A reforma tributária é urgente, com a diminuição da carga de tributos e a simplificação dos procedimentos na tributação.







Texto retirado do livro:

Escola Nacional de Seguros. Diretoria de Ensino Técnico.
Seguro rural/Supervisão e coordenação metodológica da Diretoria de Ensino Técnico;
assessoria técnica de Bruno Kelly. – 12. ed. – Rio de Janeiro: Funenseg, 2016.







Sugestão de sites para visitar: 

sábado, 3 de setembro de 2016

ERP cloud: uma migração efetiva

Redação // sexta, 02/09/2016 17:23

Por Adriano Chemin*


A transformação digital de qualquer empresa começa com a necessidade de fazer a pergunta mais simples de todas: o que os outros estão fazendo e eu não? Mas ao pensar que a tecnologia deve ser o próximo passo dessa transformação, surgem mais perguntas do que respostas.


Adriano Chemin, VP de technology transformation (ERP, HCM, SCM), da Oracle. Foto: Divulgação.


É importante voltar às bases, pois estamos rodeados constantemente por uma avalanche de informações, muita inovação, além da internet e redes sociais, e não podemos perder o foco daquilo que é essencial. Para adotar novas tecnologias de forma mais eficiente, os primeiros passos são os mais cruciais. Em especial quando uma mudança tão profunda, como a chegada de sistemas de gestão empresariais (ERP) na nuvem começa a quebrar antigos paradigmas.

É preciso antes de tudo entender que a ideia de integrar em um único sistema todos os processos de negócios era visto como algo impossível para as companhias de pequeno e médio portes. Mas a evolução da tecnologia chegou a um ponto que isso não só é possível, mas também extremamente eficiente, se segurimos alguns caminhos iniciais.

Migrar para uma nuvem ERP não é um tema simples. Os gestores devem ter uma boa visão das suas necessidades para buscar diferentes opções e estabelecer uma estratégia sólida. Estar na nuvem simplesmente não é mais uma opção, é cada vez mais relevante entender como uma empresa pode migrar. E isso se dá com três passos essenciais:



1. Compreender desde o começo o valor da nuvem para a empresa

Muitas empresas pensam que a nuvem só serve para reduzir custos e não investem o tempo necessário para comparar os processos tradicionais com os benefícios inerentes de uma estrutura em cloud que é flexível por natureza. É importante também entender tudo que a migração incorpora. Assim, antes de migrar, é indispensável ter em mente o modelo de negócio e como a nuvem pode adaptar às necessidades da empresa.

Com uma visão completa do projeto, a implementação não somente é mais ágil e se traduz em retorno sobre o investimento muito rapidamente, como também a empresa terá mais facilidade em mensurar os benefícios e angariar a adesão dos colaboradores ao novo modelo.


2. Adotar um enfoque gradual e repetitivo para a implementação da nuvem

Uma das grandes vantagens da nuvem é que o modelo evita a instalação de softwares adicionais, o que simplifica bastante a mudança. Mas é importante realizar testes e comparações com os processos tradicionais e realizar a transição aos poucos, de maneira segura e controlada. Isso ajuda a garantir a continuidade dos negócios e a eficiência operacional. 

Vale lembrar também que, em uma implementação de nuvem, os provedores continuam melhorando os seus sistemas, eliminando quase por completo a necessidade de espera pelo próximo ciclo de lançamentos e atualizações para realizar melhorias.


3. Deve-se começar com a configuração, e não com a personalização

Para se manter um passo à frente, é necessário ter um diferencial que dá às empresas uma vantagem competitiva em termos de produtividade, eficácia e configuração de processos. 

Uma solução ERP Cloud pode facilitar essa distinção, e as empresas podem fazê-lo através de um provedor de nuvem que permite configurar o ambiente com a certeza de que as configurações podem ser atualizadas, ou até mesmo trabalhar em estreita colaboração com um parceiro de implementação para compreender as vantagens disponíveis no sistema e como ele pode fornecer os relatórios e análises que o gestor precisa.

Podemos dizer que a nuvem se identifica mais com a configuração do que com a personalização. E, devido ao fato de que podemos realizar poucas mudanças no sistema, os processos de negócios tendem a se padronizar e otimizar, gerando melhoras na produtividade e maior eficiência.

Finalmente, toda mudança requer um o apoio de um parceiro ou equipe totalmente focada na nova fase da empresa. A transformação digital vai além da migração para mudar os sistemas, é uma evolução empresarial que envolve cada um dos colaboradores para uma mudança, não só de processos, mas também de cultura.

* Adriano Chemin é vice-presidente sênior de technology transformation (ERP, HCM, SCM), da Oracle para a América Latina.












Matéria retirada do site: 

Link encurtado: http://adf.ly/1dgHuZ

terça-feira, 14 de junho de 2016

OPERADORA OI REALIZA PROCESSO SELETIVO-DEZENAS DE VAGAS

Publicado em 9 de Junho de 2016 às 11h





A operadora OI esta abrindo processo seletivo que vai desde o programa jovem aprendiz a supervisor de área. Do 1º grau ao superior, tem vagas para todos os perfis, sempre com um plano de carreira dentro da empresa.

Se você tem um curso técnico de areas administrativas, técnica, marketing, você tem dezenas de vagas em aberto esperando por você. Se é seu primeiro emprego ou você está entre os 16 e 23 anos, pode optar pelo prgrama jovem aprendiz ou o meu primeiro emprego, nesse caso na função auxiliar operacional.O universo é grande para as oportunidades. 

Não espere mais. Cadastre-se nas oportunidades da OI agora, acessando o link da OI: http://www.oi.com.br/oi/sobre-a-oi/gente/gente/quero-trabalhar-na-oi#processo-seletivo















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Conheça e emagreça com a dieta paleolítica

Publicado em 9 de Junho de 2016 às 10h





A mais nova dieta (ou nem tanto assim) vem conquistando cada vez mais fãs e garantindo bonsresultados, a dieta paleolítica – ou simplesmente dieta paleo -.

A dieta dos nossos ancestrais, como o próprio nome já diz, procura resgatar hábitos alimentares do homem primitivo. Defende-se nela que o nosso organismo não está preparado para digerir os alimentos industrializados, que causariam inflamações, obesidade, dentre outros males.

A dieta paleolítica é eficaz na amenização de dores de cabeça e irritabilidade. Além disso, percebe-se aumento de disposição se emagrece, em média, mais de cinco quilos. Como os humanos habitam a Terra há mais de dois milhões de anos e a agricultura só existe há aproximadamente dez mil, acredita-se que o organismo humano ainda não teve tempo de se adaptar a ela totalmente. Por isso que quando se pensa no que os homensda caverna costumavam comer, logo vem à cabeça: carnes, verduras, legumes e frutas. Ao contrário do que muitos pensam, leites e derivados, grãos, tubérculos (como a batata e a mandioca, por exemplo) e quaisquer alimentos plantados não entram na dieta paleolítica. Obviamente, doces, frituras e carboidratos devem ser evitados.

A escolha dos alimentos que entram na nessa dieta, foi baseada no pensamento de que o excesso de resquícios deixados por alguns alimentos podem levar nosso organismo a adoecer. Estes tipos de nutrimentos que não são facilmente digeridos podem deixar nosso metabolismo mais lento.

O leite foi vetado, porque além de causar alergia em algumas pessoas, durante o processo de industrialização ao qual ele é submetido hoje, perdem-se algumas vitaminas ricas em cálcio (compensa-se o cálcio do leite com verduras verde-escuras como brócolis, couve e espinafre, por exemplo). Além disso, o homem é o único mamífero que o consome ainda na fase adulta, o que leva os estudiosos a acreditarem que não é mesmo necessário na nossa alimentação.

Já os grãos foram vetados, pois estudiosos afirmam que podem causar problemas como artrite e sinusite.

A polêmica da dieta paleolítica está no fato de que o consumo de carnes é muito alto e não há preocupação nenhuma com o consumo de gordura, o que não é indicado pelos médicos. Portanto, sempre é indicado tomar muita água para que o intestino funcione bem.

Além da água, recomenda-se beber sempre o “isotônico primitivo”, específico para essa dieta. Ele consiste em água com duas pitadas de sal e um limão espremido. Também é indicado jejuar por bastante tempo para queimar a energia estocada.

Especialistas afirmam que o que deve ser consumido nessa dieta é: carnes (principalmente a bovina e peixes; frango e carne de porco devem ser consumidas de forma mais moderada) ovos, sementes, verduras, legumes, frutas (porém, dar preferência aos alimentos menos calóricos). Como já dito anteriormente não há preocupação com a gordura, pois se acredita que ela seja fundamental para o equilíbrio do intestino e absorção dos nutrientes.

Todos os alimentos que são permitidos na dieta paleolítica são encontrados facilmente, porém são necessários disciplina e autocontrole, porque não há muita variedade. Porém, é fato: traz bons resultados.

















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sábado, 11 de junho de 2016

Você quer dormir melhor?

Publicado em 9 de Junho de 2016 às 10h



Já parou para pensar que a posição que você costuma dormir talvez não seja a mais recomendada e que dormir na posição errada pode ocasionar dores nos músculos, membros ou na cabeça, e também aquela sensação de que não dormiu o suficiente à noite e acordar sentindo o corpo cansado?
Ter uma boa noite de sono só trás benefícios para sua vida fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até pode prevenir a obesidade e a depressão.

Veja alguma dicas que ajudarão você a dormir melhor e melhorar sua qualidade de vida.

Listamos as principais posições utilizadas para dormir para que você possa saber se está acertando ou errando e conseguir ter uma noite de sono agradável e confortável.


Dormir de lado

Essa é a posição mais recomendada, quando você deita de lado sua coluna fica alinhada o que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, facilitando muito a circulação e fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está descansando. Para dormir corretamente nessa posição o melhor é que o travesseiro tenha altura do ombro assim à cabeça não corre o risco de ficar inclinada, os especialistas recomendam também usar um travesseiro entre os joelhos para ajudar a alinhar o tronco.


Dormir de barriga para cima

Não é a mais indicada mas também não é tão prejudicial já que as articulações conseguem relaxar evitando possíveis torções ou que você acorde sentindo alguma dor. As desvantagens é que a coluna não fica correta e dormir assim aumenta a chances de apneia ou ronco.

Dormir de bruços

Essa é aposição mais contra indicada, seu corpo fica reto mas seu pescoço fica torcido e ao usar o travesseiro você o hiperestende o que pode causar fortes dores cervicais.
Claro que depois que você dorme não é possível controlar a posição, ao longo do sono seu corpo vai se adaptando aquilo que ele considera mais confortável, com o passar do tempo e um pouco de prática e insistência você se acostuma a ficar em uma única posição garantindo um sono leve e reparador.

















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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Técnicos foram 'massacrados' ao tentar alertar sobre pedaladas, diz procurador

Publicado em 8 de Junho de 2016 às 23h




O procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira afirmou nesta quarta-feira, durante testemunho à comissão processante do impeachment, que técnicos da equipe econômica tentaram alertar a presidente afastada Dilma Rousseff sobre as irregularidades cometidas por meio das chamadas pedaladas fiscais, mas acabaram "massacrados" pelo governo. Oliveira falou durante toda a tarde aos senadores que julgam no colegiado o processo de impeachment e declarou que a petista tem responsabilidade pela maquiagem nas contas públicas e pela geração de um "superávit fictício" para omitir da sociedade a situação de penúria do Erário.

No Congresso, o procurador desqualificou a tese do advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, de que os argumentos que embasam o processo teriam por objetivo considerar como dolosos ou criminosos quaisquer outras interpretações que não as dos próprios acusadores. "Vamos ressaltar aqui que os técnicos do Tesouro, de dentro do Ministério da Fazenda, alertaram para a ilegalidade. E não foi permitido que eles se manifestassem, foram massacrados dentro do Poder Executivo. Então, estava claro que (...) ele sabia muito bem que estava descumprindo a lei e a posição dos técnicos do Tesouro confirma isso", afirmou. "Eu não conheço uma opinião de jurista que diga que não pagar o BNDES ou o Banco do Brasil e utilizar esses recursos para outras despesas é uma prática de gestão fiscal responsável. Isso é uma fraude", completou.

No processo de impeachment, Dilma responde a crime de responsabilidade, em um dos pontos, por ter feito pedaladas fiscais no Plano Safra de 2015. A acusação é de que o governo atrasou o repasse de 3,5 bilhões de reais ao Banco de Brasil para pagamento de beneficiários do plano de incentivo agrícola. Com isso, o BB teve de arcar com as despesas com recursos próprios para depois ser ressarcido pelo Tesouro. Essa operação de crédito, já que o governo acabou por tomar um empréstimo de um banco estatal, como o BB, é proibida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Ao fim de 2015, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), o Tesouro finalmente quitou 72,4 bilhões de reais das pedaladas que ainda estavam atrasadas. A principal consequência: rombo histórico de 115 bilhões de reais nas contas do governo.

Na avaliação de Júlio Marcelo, a prática de pedaladas fiscais no governo Dilma é "uma situação ilegal que perdurou por anos". "O uso dos bancos federais como fonte de financiamento do Tesouro é uma irregularidade clara e grave. Foi justamente essa fraude fiscal que permitiu que o governo gastasse mais do que seria possível", criticou. O procurador do MP junto ao TCU foi a primeira testemunha de acusação a ser ouvida na comissão processante no Senado.

Ele relembrou que o uso de bancos públicos para financiar entes federados foi proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal depois da quebradeira provocada por governos estaduais, que se valiam das instituições financeiras locais para bancar despesas correntes e disse que "é um sacrilégio a gestão fiscal responsável utilizar seus bancos federais como fonte de financiamento".

Ao longo de sua explanação, Júlio Marcelo de Oliveira afirmou que o Banco do Brasil foi "leniente" com o Tesouro Nacional ao permitir ser vítima de pedaladas fiscais e declarou que, se o episódio tivesse ocorrido na iniciativa privada, uma empresa na mesma situação do BB teria entrado com um pedido de execução da dívida não paga pelo Erário. Em depoimento aos senadores, Oliveira também disse que a situação de penúria das contas públicas é resultado direto de ações irresponsáveis como as pedaladas fiscais. "O artifício que foi utilizado para expansão do gasto fiscal implicou no aumento da dívida pública, não conhecido da sociedade, porque maquiado pela omissão do Banco Central do Brasil, implicou perda de confiança dos agentes econômicos, dos investidores, das pessoas físicas nos números da economia e no futuro da economia e na perda do grau de investimento do Brasil pelas agências de classificação de risco", declarou.

"Da forma como foi apontado pela auditoria do TCU, essa relação [entre Tesouro e BB] não é de prestação de serviços. A utilização de recursos financeiros para fazer pagamentos, como no caso do Banco do Brasil em 2015, e fazer empréstimos aos mutuários e agricultores e não receber equalização do tesouro não é prestação de serviço nenhuma. É o Tesouro apenas abusando do seu poder de controlar e não fazendo o pagamento que é devido ao Banco do Brasil", criticou. "O que o Banco Central deveria ter feito é fazer o registro adequado desse passivo, desta dívida do tesouro com o BB. Uma empresa privada não contaria com a leniência e com a tolerância do Banco do Brasil deu ao Tesouro. Nenhuma empresa ficaria com um saldo bilionário sem ser executada", afirmou o procurador.

Segundo Júlio Marcelo, a atuação deliberada do governo Dilma foi responsável pela crise de caixa nas contas públicas. Por isso, não seria possível, na avaliação do procurador, eximir a petista de responsabilidade. Uma das teses de defesa da presidente afastada é a de que o Plano Safra é de responsabilidade do Conselho Monetário Nacional (CMN), e não da alçada direta do Palácio do Planalto. "É obrigação da presidente ter consciência disso [das pedaladas fiscais]. Não podemos construir a teoria de irresponsabilidade do presidente, em que o Tesouro fica devendo bilhões aos bancos federais e a presidente se declara inconsciente do que está acontecendo em sua gestão. Ela é responsável pela gestão das finanças públicas no país. A Lei de Responsabilidade Fiscal atribui responsabilidade diretamente ao titular do Poder Executivo", explicou.














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Pesquisa aponta governo Temer com aprovação quase idêntica à de Dilma

O governo Temer é aprovado por apenas 11,3% dos entrevistados, mostrou a pesquisa CNT/MDA divulgada no início da tarde desta quarta-feira, 8 . A aprovação do governo Temer é muito semelhante ao registrado na última pesquisa CNT/MDA, de 24 de fevereiro deste ano, em que o governo Dilma era avaliado. Na época, a gestão da petista era aprovada por 11,4% dos consultados.

A maioria dos pesquisados (30,5%), entretanto, não soube opinar sobre a gestão do peemedebista. Para 30,2%, o governo Temer é regular, e para 28%, a avaliação é negativa. O índice de reprovação de Dilma Rousseff atingia 62,4% na última pesquisa, quase o dobro.


Corrupção

Ainda de acordo com pesquisa CNT/MDA, 46,6% dos entrevistados acreditam que a corrupção no governo do presidente interino Michel Temer será igual à verificada no governo Dilma, enquanto 28,3% consideram que será menor e 18,6% acreditam que será maior.

Mais da metade dos consultados (54,8%) avalia que o governo Temer está igual ao governo Dilma e não percebe nenhuma mudança no País. Para 20,1%, o governo Temer está melhor, e para 14,9%, a gestão do peemedebista é pior e as mudanças feitas por sua equipe agravaram as condições do País.

Impeachment. Em relação impeachment de Dilma, 62,4% consideram correto o afastamento da presidente Dilma pelo Congresso, enquanto 33% avaliam que a decisão foi errada. Ao final do julgamento pelo Congresso, 68,2% acreditam que Dilma será cassada e Temer continuará na presidência, enquanto 25,3% consideram que ela vai reassumir o cargo.

A maioria dos entrevistados (44,1%) acredita que a corrupção foi o que motivou o impeachment; 37,3% atribuem o processo à tentativa de obstrução das investigações da Operação Lava Jato; e 33,2% consideram que as pedaladas fiscais foram a causa do afastamento.

A maioria dos entrevistados (50,3%) é favorável à antecipação das eleições presidenciais, marcadas para 2018, enquanto 46,1% são contra a proposta.

Pessoal. No levantamento, o desempenho pessoal de Temer é reprovado por 40,4% dos entrevistados, enquanto 33,8% o aprovam. Em fevereiro, quando Dilma era a avaliada, seu desempenho pessoal era reprovado por 73,9% dos entrevistados e aprovado por 21,8% dos consultados.


Eleições

A pesquisa trouxe dois cenários estimulados para a disputa no primeiro turno, em que os candidatos são apresentados aos entrevistados. Lula vence as duas disputas.

Na primeira, em que o candidato tucano é Aécio Neves, Lula lidera com 22% das intenções de voto, seguido por Aécio Neves, com 15,9%; Marina Silva, com 14,8%; Ciro Gomes, com 6%; Jair Bolsonaro, com 5,8%; e Michel Temer, 5,4%. Os votos brancos e nulos somam 21,2%, e 8,9% estão indecisos.

No segundo cenário, Aécio Neves é substituído por Geraldo Alckmin. Nesse quadro, Lula lidera com 22,3% das intenções de voto; Marina Silva tem 16,6%; Alckmin tem 9,6%; Ciro Gomes, 6,3%; Michel Temer, 6,2%; e Jair Bolsonaro, 6,2%. Os votos brancos e nulos somam 24%, e 8,8% se declararam indecisos.

Já na disputa do segundo turno, a pesquisa mostra seis cenários diferentes. Aécio vence em duas disputas, contra Michel Temer e Marina Silva. Marina Silva derrota Temer e Lula. Nas disputas entre Aécio e Lula e entre Lula e Temer, a pesquisa aponta empate técnico.

A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre os dias 2 e 5 de junho. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.










Matéria retirada do site:

Delator diz que pagou US$ 4,5 milhões em caixa 2 para campanha de Dilma

9 de Junho de 2016 - 10:29

Delator diz que pagou US$ 4,5 milhões em caixa 2 para campanha de Dilma


Delator diz que pagou US$ 4,5 milhões em caixa 2 para campanha de Dilma

Zwi Skornicki afirma que o pagamento foi realizado diretamente para marqueteiro do PT


Mais novo réu a celebrar um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava-Jato, o engenheiro Zwi Skornicki, representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels, contou à força-tarefa que o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, lhe pediu US$ 4,5 milhões (R$ 15,2 milhões) para ajudar a financiar a campanha pela reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. O pagamento foi feito diretamente em uma conta do marqueteiro João Santana na Suíça, e não foi declarado à Justiça Eleitoral.

A colaboração de Zwi foi assinada com o Ministério Público Federal (MPF), mas ainda depende de homologação do juiz da 13ª Vara da Justiça Federal, Sérgio Moro. Os pagamentos, segundo ele, foram realizados nos meses próximos às eleições de 2014, entre setembro de 2013 e novembro de 2014, o que já fazia os investigadores desconfiarem da relação com a campanha.

Uma empresa de Zwi, a offshore Deep Sea Oil Corp, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, fez nove repasses (de US$ 500 mil cada) para a conta suíça da offshore Shellbil Finance S/A, registrada na República Dominicana e pertencente a João Santana e à mulher dele, Mônica Moura.

Em depoimento à polícia depois de ser presa, em fevereiro, Mônica alegou que os pagamentos estavam relacionados a contratos do estaleiro Keppel em Angola, país onde o casal Santana também prestou serviços para o presidente José Eduardo Santos e o Partido Movimento pela Libertação de Angola.

"(Zwi Skornicki) foi indicado por uma mulher responsável pela área financeira da campanha presidencial de Angola", disse Moura na época, mencionando que a campanha naquele país teve um custo total de US$ 50 milhões.


VERSÃO DE MÔNICA É CONTESTADA

A versão é agora contestada por Zwi, que prometeu entregar aos procuradores evidências como registros de reuniões e encontros que teria mantido com Vaccari para tratar dos repasses destinados à campanha de Dilma no Brasil. O estaleiro Keppel Fels foi fornecedor e parceiro da Petrobras em contratos que envolveram US$ 3 bilhões, das plataformas P-52, P-56, P-51 e P-58.

A delação de Zwi não envolve o nome de políticos com foro privilegiado. Por isso, será submetida para homologação em Curitiba, e não no Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda não há previsão para a análise de Moro. Na quarta-feira, a advogada de Zwi, Marta Saad, não foi localizada para comentar a delação.

O advogado da chapa Dilma/Temer, Flávio Caetano, disse ao GLOBO repudiar o que chamou de "vazamento seletivo de informações de acordo de colaboração que ainda não é oficial", e negou ter havido caixa 2 na campanha. Ele afirmou que todas as despesas da campanha foram "regularmente contabilizadas e aprovadas pelo TSE".

Em nota, Dilma Rousseff disse que "são mentirosas e levianas as acusações" e que apenas o tesoureiro Edinho Silva tratava de arrecadação para a campanha de 2014. Afirmou também que foram pagos R$ 70 milhões a João Santana pelos serviços prestados naquele ano e disse considerar o caso parte da "onda de novas calúnias e difamações dirigidas contra a sua honra".

Zwi está preso na carceragem da PF em Curitiba desde fevereiro deste ano, acusado de intermediar propinas do esquema de corrupção na Petrobras. Na 23ª fase da Lava-Jato, batizada de "Acarajé", os investigadores encontraram repasses no exterior para João Santana, por meio da conta suíça da Shellbil. Santana, Mônica e Zwi foram denunciados à Justiça em abril deste ano por corrupção e lavagem de dinheiro.


MULHER DE SANTANA JÁ ADMITIU CAIXA 2

O nome do engenheiro apareceu pela primeira vez na Lava-Jato pelas mãos do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, vinculado à Diretoria de Serviços da estatal, que contou aos investigadores ter recebido no exterior US$ 15,2 milhões divididos com Renato Duque, o ex-diretor da área.

Segudo Barusco, outros US$ 15,2 milhões teriam sido pagos ao PT, por meio do ex-tesoureiro João Vaccari, entre os quais estão os US$ 4,5 milhões pagos ao casal Santana no exterior para a campanha de Dilma. Em depoimento à força-tarefa durante tentativa de fechar delação premiada, em abril, Mônica Moura já havia revelado que, na disputa eleitoral de 2014, pelo menos R$ 10 milhões foram pagos a ela e a João Santana fora da contabilidade oficial. E mais: teria havido caixa 2 nas campanhas pela eleição de Dilma (2010), e pela reeleição de Lula (2006), além das campanhas municipais de Fernando Haddad (2012), Marta Suplicy (2008) e Gleisi Hoffmann (2008). A força-tarefa ainda não aceitou fechar acordo com Mônica, por entender que há mais informações a serem prestadas.

Segundo Mônica, os pagamentos no caixa 2 para campanhas do partido teriam sido intermediados pelos ex-ministros da Fazenda Guido Mantega e Antonio Palocci, além de Vaccari. O trio teria indicado executivos que deveriam ser procurados para ela e João Santana receberem contribuições que não passariam por contas oficiais do PT. Na época, os três e a campanha de Dilma negaram.

Skornicki já havia sido alvo de condução coercitiva durante a 9ª fase da Lava-Jato, intitulada My Way. Em entrevistas, ele sempre negou ter pagado propina.


CARROS ANTIGOS, LANCHA E OBRAS DE ARTE

Ex-funcionário da Petrobras e representante comercial no Brasil do estaleiro Keppel Fels, o engenheiro polonês Zwi Skornicki, de 66 anos, estava na mira da Polícia Federal desde foi citado pelo ex-gerente da estatal Pedro Barusco como um dos operadores do esquema de corrupção na empresa. Barusco assinara um acordo de delação premiada, o mesmo recurso que agora Zwi vai utilizar para tentar diminuir a própria pena. O empresário escapou de ser preso em fevereiro de 2015, ainda na 9ª fase da Lava-Jato, na Operação My Way, quando foi apenas levado para depor. Ficou calado por orientação do advogado. Foi preso um ano depois, na 23ª fase.

Nas duas operações de que foi alvo, a PF apreendeu bens de Zwi. Na My Way, os policiais encontraram 48 obras de arte na casa dele. Na 23ª fase, levaram uma lancha e a coleção de automóveis antigos de Zwi. São modelos com boa cotação no mercado de esportivos clássicos. O destaque da coleção é o Mercedes-Benz 280 SL "Pagoda", da década de 1960. No Brasil, o preço de um carro desses, em bom estado, passa dos R$ 350 mil.

Zwi alegou que foram os anos de trabalho no setor petrolífero que lhe renderam o patrimônio que tem.

- Sou transparente, trabalhei pesado, tenho tudo no meu nome. Não escondo nada, não tenho laranja - disse ele, em entrevista ao GLOBO pouco depois da 9ª fase da Lava-Jato, a mesma que prendeu o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

A PF, no entanto, afirma que Zwi e sua mulher, Eloisa, ocultaram das autoridades brasileiras seis contas no exterior.

Na entrevista ao GLOBO, o engenheiro disse que as denúncias de envolvimento no escândalo não passavam de "fantasia":

- Parece que resolveram achar que sou o rei da quadrilha. Estou tentando entender porque sou o foco. Eu nunca, nunca, nunca paguei propina. Se você for olhar a Keppel, os nossos preços sempre foram os menores.

Depois de negar ter participado do esquema, Zwi agora disse em delação premiada que pagou US$ 4,5 milhões para campanha de Dilma Rousseff, sem declarar o valor à Justiça Eleitoral.

Um relatório produzido pela PF apontava que o engenheiro tinha relação próxima com Vaccari e outros diretores da estatal indicados por petistas. Segundo o documento, Zwi convidou Vaccari e outros membros da cúpula da Petrobras para o aniversário de seu filho mais novo, Bernardo. Quando conversou com O GLOBO, Zwi confirmou conhecer o ex-tesoureiro do PT.

- Conheço (o Vaccari). Foi quando teve inauguração das plataformas (de petróleo) da Petrobras, da 52 e da 56, ele esteve junto - disse.











Matéria retirada do site:

ENTRE PARA O BRADESCO-AUXILIAR OPERACIONAL

Publicado em 8 de Junho de 2016 às 14h




O BRADESCO é uma empresa consagrada no mercado. Mas a maioria das pessoas não sabem como entrar pro grupo, ou como caixa, gerente, auliares operacionais e assistentes administrativos. o Bradesco possui um vasto leque de oportunidades.Se você tem o ensino médio, pode concorrer às vagas de auxiliar operacional, que seriam as vagas dos famos contínuos.Ao conseguir entrar na empresa, foque na área que voce se identifica mais. Faça um curso superior, lembrando que o bradesco investe emvocê, podendo a financiar até 100% dos seus estudos, e corra atraz para quem sabe ser até um gerente de carreira dentro da empresa. O link para o início de uma nova realidade é http://banco.bradesco/html/empresas/sobre/trabalhe-conosco/cadastro-curriculo.shtm

E BOA SORTE














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Receita de Cural

Publicado em 8 de Junho de 2016 às 09h























INGREDIENTES: 

4 espigas de milho verde 
1 xícara e 1/2 de leite 
1 vidro de leite de coco 
1 lata de leite condensado 
1 colher de margarina 
1 pitada de sal 
Canela em pó para polvilho 



Modo de fazer:

Retire os grãos do milho com uma faca .Bata no liquidificador com o leite e o leite de côco.
Passe para uma panela e misture os demais ingredientes menos a canela.
Leve ao fogo até engrossar mexendo sempre passe para uma travessa ou tacinhas e polvilhe a canela em pó.










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Romário negocia com Temer diretoria de Furnas

Publicado em 7 de Junho de 2016 às 21h



Pressionado pelo avanço da Lava Jato contra o PMDB e sob forte pressão de aliados, o presidente interino Michel Temer anunciou a suspensão de nomeações políticas em estatais.

Na semana passada, o senador Romário (PSB-RJ) reivindicou à Secretaria de Governo, uma diretoria de Furnas, segundo reportagem de Valor. O ex-jogador retirou-se da comissão do impeachment, reuniu-se com Dilma Rousseff e divulgou que não havia definido voto.

A cúpula do PMDB de Minas Gerais também pressiona para indicar o novo presidente da Vale, no lugar de Murilo Ferreira.

Romário também mostrou-se arrependido do seu voto na comissão de abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff, agora admite a possibilidade de rever seus votos no julgamento final, que deve ocorrer até setembro.

"Meu voto final estará amparado em questões técnicas e no que for melhor para o país ” disse Romário ao GLOBO essa semana.

Parece que o "peixe" teve seu preço!















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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Comissão começa a ouvir testemunhas de acusação

8 JUN2016

12h33

atualizado às 12h43


A Comissão Processante do Impeachment do Senado começa hoje (8) a ouvir as testemunhas de acusação no processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Serão ouvidos o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira, e o auditor do TCU Antonio Carlos Costa D’avila Carvalho. Os nomes foram indicados pelos advogados Janaína Paschoal, Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior - responsáveis pela acusação.



As oitivas devem ser realizadas até o dia 17 de junho, mas o relator do caso, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), já disse várias vezes que, se houver necessidade, esse prazo poderá ser estendido.Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Também serão ouvidas hoje três testemunhas indicadas por senadores que apoiam o pedido: Rogério Jesus Alves Oliveira, Adriano Pereira de Paula e Otávio de Medeiros, da Secretaria do Tesouro Nacional.


José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma.Foto: Lula Marques/ Agência PT


Regras

De acordo com as normas para oitiva de testemunhas publicadas ontem (7) pela comissão, as perguntas serão feitas na seguinte ordem: relator, senadores inscritos, denunciantes e, por último, a defesa. Já estão presentes na comissão a advogada Janaína Paschoal, da parte dos denunciantes, e José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma. Cada inquiridor poderá arguir as testemunhas por até três minutos, sobre o assunto para o qual foram convocadas a depor. Os convidados de hoje terão prazo de até dois minutos para responder as perguntas.

Ainda segundo as regras pré-definidas, se houver necessidade, caberá réplica para pedido de esclarecimento da resposta dada pela testemunha ao autor da pergunta, que terá até dois minutos para isso, sem direito a fazer nova pergunta. Também já foi definido que não haverá inscrição para uso da palavra na qualidade de líder.

As regras foram definidas pelo presidente e pelo relator da comissão, mas devem ser submetidas a todos os integrantes do colegiado.


Lewandowski

As decisões do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, já valem para a reunião de hoje. Desde que a admissibilidade do processo contra a petista foi aprovada no Senado, em 12 de maio, o ministro também passou a presidir os trabalhos da comissão na Casa. Também é de Lewandowski a palavra final sobre questões de ordem não pacificadas na Comissão Processante.

Ontem o ministro negou recurso do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para reduzir o número de testemunhas que a defesa da presidente afastada Dilma Rousseff deve apresentar na Comissão do Impeachment no Senado. Com a decisão, cada lado terá direito a até 48 testemunhas.

Na determinação, Lewandowski considerou que a decisão do colegiado respeita o direito à ampla defesa e está amparada em decisões do Supremo e com Código de Processo Penal (CPP).


Cronograma

As oitivas devem ser realizadas até o dia 17 de junho, mas o relator do caso, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), já disse várias vezes que, se houver necessidade, esse prazo poderá ser estendido.

A previsão é que o julgamento final no Senado que vai decidir se Dilma Rousseff perderá definitivamente o cargo de presidente da República ocorra ainda no mês de agosto.












Matéria retirada do site:

Condenado, "Japonês da Federal" é preso pela PF do Paraná

Prisão de Newton Ishii foi determinada pela Justiça Federal de Foz do Iguaçu; pena é de 4 anos


O policial federal Newton Ishii, que foi preso no Paraná


O policial federal Newton Ishii, chamado de Japonês da Federal e que ficou conhecido durante a Operação Lava Jato, foi preso na terça-feira (7) em Curitiba. O mandado foi expedido pela Vara de Execução Penal da Justiça Federal, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense. De acordo com o advogado do agente, Oswaldo de Mello Junior, Ishii foi condenado a quatro anos, dois meses e 21 dias em virtude da Operação Sucuri, que descobriu envolvimento de agentes na entrada de contrabando no país.

As investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu. O caso tramita sob segredo de Justiça.

"O Superior Tribunal de Justiça (STJ) denegou um recurso que nós tínhamos recorrido na semana passada sobre a condenação em Foz. Ao saber da expedição do mandado de prisão, meu cliente foi avisado e imediatamente se apresentou em Curitiba", disse o advogado.

Oswaldo afirmou ainda que Newton já cumpriu quatro meses da pena e que isso será descontado da condenação total. Segundo ele, a pena será cumprida em regime semiaberto.


Nome citado na Lava Jato

O nome de Newton Ishii foi citado em meio à Operação Lava Jato na gravação que levou à prisão o senador cassado Delcídio Amaral, em Brasília.

No áudio, o senador fazia tratativas com o chefe de gabinete dele, Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Bernardo, buscando um plano de fuga para Cerveró, que estava preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

O agente é citado durante a conversa quando o grupo discute quem estaria vazando informações para revistas. Delcídio se refere a um policial como "japonês bonzinho", que seria o responsável pela carceragem.

A Polícia Federal disse, na ocasião, que iria apurar se o nome citado na conversa era o do agente.


Fama

Com a deflagração da Operação Lava Jato, o agente passou a ser conhecido em todo o Brasil. A cada fase da operação nestes mais de dois anos, Newton Ishii aparecia ao lado empreiteiros, operadores financeiros, políticos e funcionários públicos que eram presos.

A fama se expandiu pelo Brasil se tornando, inclusive, tema da marchinha da carnaval. Veja um trecho:

"Ai meu Deus, me dei mal
Bateu a minha porta
O japonês da Federal

Dormia o sono dos justos
Raia o dia, eram quase 6h
Escutei um barulhão,
Avistei o camburão

A minha porta o japonês, então, falou
Vem pra cá, você ganhou uma viagem ao Paraná"

A marcha foi escrita pelo advogado e compositor Thiago Vasconcelos de Souza.

Em fevereiro deste ano, o agente foi à Câmara dos Deputados e foi tietado por parlamentares. Ishii fez fotos com deputados, assessores e servidores nos corredores e no plenário. Ele havia ido a Brasília para participar da posse da nova diretoria da Federação Nacional dos Policiais Federais.












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Dólar opera em queda e se aproxima de R$ 3,40

08/06/2016 09:57

O dólar opera em queda nesta quinta-feira (8), com ambiente externo favorável e sem a intervenção do Banco Central pelo sexto dia de negócios seguido.

Às 9h40, a moeda norte-americana caía 1,82%, a R$ 3,3857. 
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, queda de 1,12%, a R$ 3,4101.

O mercado também continua atento ao cenário político, à espera da decisão de Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, sobre o pedido de prisão de José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha, todos do PMDB.

Cenário externo
O dia no mercado internacional é marcado por forte alta dos preços do petróleo, que atingiram o maior nível em 8 meses no terceiro dia seguido de ganhos.

Além disso, números melhores que o esperado sobre as importações da China aumentaram expectativas de melhora na economia do país. As exportações chinesas caíram mais do que o esperado em maio devido à demanda fraca, mas as importações superaram as projeções, indicando melhora da demanda interna, segundo informações da Reuters.

Último fechamento
O dólar fechou em queda na terça-feira (7), pela quinta sessão seguida, após o indicado para a presidência do Banco Central, Ilan Goldfajn, defender o câmbio flutuante (sem interferência do BC no dólar) durante sabatina no Senado.

Isso fez o mercado entender que o futuro presidente do BC estaria confortável com o dólar abaixo de R$ 3,50 – patamar até então entendido como o "piso" permitido pelo BC.

A moeda recuou 1,2%, a R$ 3,4486 na venda. Foi o menor patamar desde o dia 11 de maio.

No mês de junho, o dólar tem variação negativa de 3,5%. No acumulado de 2016, a moeda dos EUA tem perda de 12,6%.











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Dois milhões de trabalhadores ainda não sacaram o PIS/Pasep

08/06/2016 - 10H13 - ATUALIZADA ÀS 10H14 - POR AGÊNCIA BRASIL


(FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS)


OMinistério do Trabalho calcula que 2 milhões de trabalhadores ainda não sacaram o PIS/Pasep (Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) referente a 2015. O dinheiro estará disponível até o dia 30 de junho. O abono equivale ao valor de um salário mínimo, vigente na data de pagamento (R$ 880) e pode ser retirado nas agências da Caixa e Banco do Brasil. O Ministério informou também que os benefícios que ainda não foram sacados somam R$ 1,7 bilhão.

Têm direito ao abono pessoas cadastradas no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; com remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base de atribuição do benefício; e que exerceram atividade remunerada durante pelo menos 30 dias.

Em todo o Brasil, 23,6 milhões de trabalhadores têm direito a receber o abono. Do, 21,5 milhões já fizeram os saques. Os dois milhões que ainda não acessaram o recurso representam 8,7% dos trabalhadores beneficiados. O estado com o maior número de trabalhadores que não sacaram o abono é São Paulo, onde 684.937 pessoas ainda não resgataram o benefício, seguido de Minas Gerais (197.428) e Rio de Janeiro (180.639).


Por correspondência

O Ministério do Trabalho anunciou, ainda, que está enviando correspondências no endereço de domicílio dos trabalhadores que podem sacar o benefício. O objetivo é, por meio dos comunicados, atingir pelo menos 1,2 milhão de beneficiários que estão com o endereço corretos na base de dados do governo.

Segundo o governo, é importante que o trabalhador verifique antes se o benefício não foi depositado diretamente na conta. Se notar que não houve o crédito, deve comparecer com o Cartão do Cidadão e senha cadastrada nos terminais de autoatendimento da Caixa ou em uma Casa Lotérica. Caso não tenha o Cartão do Cidadão, o pagamento poderá ocorrer em qualquer agência da Caixa com a apresentação de um documento de identificação. No caso dos participantes do Pasep, o local para o saque é o Banco do Brasil.

As informações sobre o direito ao saque também podem ser obtidas pela Central de Atendimento Alô Trabalho (158); pelo 0800-7260207, da Caixa; e pelo 0800-7290001, do Banco do Brasil.

O Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) são contribuições sociais de natureza tributária, devidas pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do Seguro-Desemprego e Abono Salarial.

O PIS destinado aos funcionários de empresas privadas regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o PASEP é destinado aos servidores públicos. Os recursos que não são sacados retornam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).















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Google supera Apple em lista de marcas mais valiosa do mundo

Levantamento feito pela consultoria Millward Brown mostra que Google atingiu um valor de US$ 229,19 bilhões, contra US$ 228,46 bilhões da Apple

08/06/2016 às 09:52 - Atualizado em 08/06/2016 às 09:52



Inovação contínua e aumento de receitas com publicidade ajudaram Google a atingir o primeiro posto (Justin Lane/EFE/VEJA)


O Google superou a Apple na lista das marcas mais valiosas do mundo, segundo levantamento feito pela consultoria Millward Brown. Ao alcançar um valor de 229,19 bilhões de dólares, o Google aumentou em 32% o montante em relação à lista de 2015. Enquanto isso, Apple retrocedeu 8%, 228,46 bilhões de dólares, caindo para a segunda colocação.

"A inovação contínua, o aumento de receitas com publicidade e o crescimento do negócio na nuvem contribuíram para que o Google substituísse a Apple no posto número um", afirmou em comunicado a empresa de consultoria, filial da empresa de publicidade WPP.

A Millward Brown publica desde 2006 a chamada lista BrandZ. Segundo o levantamento, a Microsoft voltou a ficar com a terceira posição (121,82 bilhões de dólares), e a companhia de telecomunicações AT&T com a quarta (107,38 bilhões de dólares).

A Millward Brown considera que foi um ano "estável para a marcas mais potentes do mundo", dadas as "pressões econômicas mundiais", como a desaceleração da China. A empresa de consultoria ressalta ainda que as marcas que mais inovaram e souberam "mostrar suas inovações aos consumidores" foram Google, Amazon - na sétima posição, com um valor de 98,98 bilhões de dólares - e Facebook - em quinto, avaliado em 102,55 bilhões de dólares.

"As marcas que mais crescem, independentemente do setor ao qual pertençam, são as que propõem desafios e que adotam modelos e mentalidades transgressoras", expressou em comunicado o diretor da empresa de consultoria, David Roth.

"São marcas que estão fazendo cambalear os alicerces de outras categorias com inovações que vão além de produtos e tecnologias novas, por exemplo transformando a forma como se presta um serviço, melhorando a experiência do consumidor ou mudando o formato", acrescentou Roth.

(Com Agência EFE)












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Novo híbrido Prius chega ao Brasil por R$ 119.990

Publicado08/06/2016 - 08h36Atualizado08/06/2016 - 08h56




Primeira montadora no mundo a produzir um carro híbrido, a Toyota também quer ser a marca responsável por difundir a cultura dos veículos ‘verdes’ na América Latina. E o avanço dessa tecnologia em mercados que, somados, representam menos de 1% dos híbridos vendidos no planeta passa necessariamente pelo Prius, modelo pioneiro no segmento.

A marca japonesa lança no Brasil a quarta geração do hatchback, que misturou no visual o estilo fastback com o de sedã e estará nas lojas a partir desta quarta-feira (8) ao preço de R$ 119.990. “Por tudo o que ele traz, o valor deveria custar no mínimo R$ 135 mil”, disse Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota do Brasil, durante a apresentação do carro à imprensa.

O valor é praticamente o mesmo cobrado por aqui pelo antigo. Manter a tabela próxima a anterior é o primeiro passo da montadora para tentar mostrar às pessoas que não se trata somente de mais um automóvel importado. Mas, de uma tendência automotiva que hoje representa 20% dos veículos emplacados no Japão e que está cada vez mais acessível.

“Não se trata de lançar o Prius, mas introduzir a tecnologia híbrida na sociedade brasileira. O preço em conjunto com a modernidade e a tecnologia do carro abrem as portas para este conceito no país”.





Menos força, mais economia


Visualmente, a novidade buscou inspiração no Mirai, o carro a hidrogênio da Toyota, especialmente no conjunto óptico e e nos traços triangulares espalhados por toda a carroceria.

A traseira é o ponto de ousadia do carro, como ocorre no antecessor. As lanternas estilo bumerangue têm a companhia de uma espécie de aerofólio que se integra com os vincos laterais.

O sedã tem como premissa oferecer uma condução ecologicamente correta. Para tanto, o motor 1.8 VVT-i de ciclo Atkinson a gasolina foi recalibrado para entregar um pouco menos de força (98 cv a 5.600 rpm e 14,2 kgfm a 3.600 rpm) e mais eficiência energética.

Ele conta com a ajuda do propulsor elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm. Combinado, o conjunto motriz rende 123 cv e chega a consumir até 20% menos combustível que a geração anterior.

Atualmente, o Prius é o modelo mais bem avaliado pelo Programa de Etiquetagem do Inmetro, com médias de 18,9/17 km/l (cidade/estrada) - o anterior fazia 15,2/ 14,3 km/l. O melhor desempenho na cidade se explica pelo fato de o carro rodar mais tempo em baixa velocidade, utilizando o motor elétrico em boa parte do trajeto.

O trem de força é administrado pela transmissão automática do tipo CVT (continuamente variável). Foram mantidos a manopla do câmbio em formato de controle de videogame e os freios regenerativos, que recarregam a bateria de níquel durante as frenagens. Segundo a Toyota, o novo Prius faz de 0 a 100 km/h em 11 segundos.

O interior foi redesenhado e o quadro de instrumentos todo digital se mantém ao centro do painel. Ele tem a companhia de uma tela com multifunções de 4,2” e suas diversas funções de apoio à condução, como o modo Eco Wallet, que exibe o tempo de uso em modo 100% elétrico e quanto foi poupado de combustível com ajuda da bateria.

Entre as novidades no pacote de equipamentos estão o carregador sem fio para smartphones, o sistema multimídia com tela LCD de 7 polegadas com bluetooth, navegação, TV digital, DVD player, câmera de ré, além dos sistema de som da JBL.

Para o conforto do ocupantes o ar-condicionados agora é de duas zonas com a tecnologia S-Flow, que controla o fluxo de ar diretamente para os bancos dos passageiros, e os bancos dianteiros trazem o sistema elétrico de aquecimento.

Todo o conjunto óptico vem com iluminação em led, inclusive os faróis de neblina (dianteiro e traseiro).













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Plenário do Senado aprova Ilan Goldfajn para presidir o BC

Placar foi de 56 votos a favor e 13 contra; nomeação ainda precisa ser publicada no Diário Oficial da União

07/06/2016 às 19:07 - Atualizado em 07/06/2016 às 19:07


O economista Ilan Goldfajn, indicado para a presidência do Banco Central, é sabatinado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado - 07/06/2016(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira a indicação de Ilan Goldfajn à presidência do Banco Central pelo placar de 56 votos a favor e 13 contra. Para que o ex-economista-chefe do banco Itaú assuma o cargo, sua nomeação precisa ser publicada no Diário Oficial da União, no qual também sairá a exoneração do atual presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini.

Segundo fonte do BC com conhecimento direto do assunto, Tombini ainda seguirá à frente do BC na quarta-feira, segundo dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando será anunciada a próxima decisão sobre a taxa básica de juros. A expectativa é de manutenção da Selic em 14,25% ao ano.

Antes do nome de Ilan ser referendado em plenário do Senado, ele foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa nesta terça-feira, após uma sabatina que durou quatro horas. Ilan, que foi diretor de Política Econômica do BC de setembro de 2000 a julho de 2003, defendeu a inflação na meta central do governo, regime de câmbio livre e a autonomia do BC.

"Temos de fato que cumprir a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN)", disse. Após a fala o dólar fechou em baixa de 1,20%, a 3,44 reais.

Ilan também mencionou que o sistema financeiro é sólido, consolidado e possui liquidez, mesmo diante da elevação da dívida privada de empresas. "Houve elevação da dívida privada nos últimos tempos, boa parte por desvalorização cambial. As empresas também enfrentam recessão, que reduziu receitas, e isso é um desafio. Mas acredito que as empresas vão lidar com isso da melhor forma possível", disse.

(Com Reuters)











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Apoio à União Europeia cai nos países do bloco

MUNDO 08/06/2016 - 08h45



Pesquisa em dez países da UE revela insatisfação dos europeus com políticas econômica e migratória de Bruxelas. A maioria dos europeus, entretanto, quer evitar a saída do Reino Unido do bloco das 28 nações.
Levantamento realizado pelo Centro Pew de Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (07/06), indica que o apoio à União Europeia enquanto instituição caiu em diversos países que integram o bloco de 28 nações.

Segundo o estudo, 48% dos eleitores britânicos são desfavoráveis sobre a UE, enquanto 44% disseram ser a favor. Os números são semelhantes aos de pesquisas de opinião divulgadas recentemente no Reino Unido, onde, no referendo de 23 de junho, os eleitores decidirão sobre a permanência ou não do país no bloco europeu.

Os dados apontam que também nos demais países do continente, o projeto da União Europeia vem perdendo respaldo. Na França, a popularidade da UE caiu 17% em um ano, chegando a 38%. Apenas a Grécia, que sofre com as medidas de austeridade impostas por Bruxelas, é mais desfavorável ao bloco do que a França. Na Espanha, os índices favoráveis caíram 16 pontos percentuais, ficando 47%, na Alemanha, os atuais 50% representam uma queda de 8 pontos percentuais.

Segundo o Pew, grande parte da insatisfação dos europeus advém da forma como Bruxelas lida com a crise dos refugiados, reprovada em todos os países onde o estudo foi realizado. Na Grécia, sobrecarregada pelo grande número de migrantes que chega através da Turquia, 94% consideram equivocadas as políticas européias para os refugiados. A rejeição também é bastante alta na Suécia (88%), Itália (77%) e Espanha (75%)

O país que mais desaprova as políticas econômicas da UE é a Grécia (92%), seguida da Itália (68%) e da França (66%).


Maioria dos europeus quer evitar Brexit

Entre os países que demonstraram maior apoio à União Europeia estão a Polônia (72%) e a Hungria (61%) que, ironicamente, possuem dois dos governos mais eurocéticos em todo o bloco.

Os eleitores mais jovens e os adeptos de partidos de esquerda são, de modo geral, os mais favoráveis à UE. Do outro lado estão os mais idosos ou os que apoiam os populistas de direita, atualmente em ascensão em muitos países europeus.

Mas, apesar do aumento do euroceticismo, a maioria dos eleitores europeus em nove países deseja a permanência do Reino Unido. Na Suécia, esse total é de 89%. Também na Holanda (75%) e na Alemanha (74%), um grande número de eleitores quer evitar o chamado Brexit.

Os pesquisadores entrevistaram eleitores em dez Estados europeus: Reino Unido, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Holanda, Polônia, Espanha e Suécia.

RC/rtr/afp














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Instabilidade por crise política faz Brasil cair em ranking de países mais pacíficos do mundo

8 JUN2016

08h13

atualizado às 09h40

A instabilidade política fez o Brasil perder posições na lista de países mais pacíficos do mundo, aponta relatório do Instituto para Economia e Paz (IEP), um centro internacional de estudos sobre desenvolvimento humano.



Manifestante em ato em São Paulo em 12 de maio contra o governo Dilma Rousseff; instabilidade política contribui para reduzir paz no Brasil, aponta estudoFoto: MIGUEL SCHINCARIOL/Getty / BBCBrasil.com

O país caiu duas posições no ranking em relação ao ano passado e é apenas a 105º mais pacífica entre 163 nações avaliadas no chamado Índice Global da Paz (IGP). Ficou atrás de países como Haiti (89º), Jordânia (96º) e Estados Unidos (103º).

"No Brasil, um aumento de 15% na instabilidade política, associado a deteriorações nas taxas de encarceramento e policiamento, mostra uma tendência preocupante a apenas poucos meses do começo dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro", afirmou, em nota, a organização responsável pelo estudo.

A Islândia ficou em primeiro lugar no ranking, seguida por Dinamarca, Áustria, Nova Zelândia e Portugal. Os países menos pacíficos são Síria, Sudão do Sul, Iraque, Afeganistão e Somália.

O índice está na décima edição e avalia 23 indicadores, como número e duração de conflitos internos e externos, taxa de homicídios, possibilidade de manifestações violentas e grau de militarização.

Também classifica as nações em uma escala de um a cinco, onde o número 1 representa mais proximidade do estado de paz, e o número 5, mais distanciamento. O índice do Brasil ficou em 2,176 - a Islândia, primeiro lugar, registrou 1,192, e a Síria, país menos pacífico, 3,806.

No caso brasileiro, o instituto afirma que a instabilidade política foi desencadeada pelo escândalo de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, mas pondera que tal cenário ainda não indica maior possibilidade de manifestações violentas.

Um destaque negativo para o Brasil é o alto custo de contenção da violência, estimado em US$ 338 bilhões, ou 14% do PIB - entre os 163 países do estudo, o país é o 32º que mais gasta nesse sentido.
América do Sul

Entre 11 países da América do Sul avaliados, o Brasil aparece como o 9º mais pacífico, à frente apenas de Venezuela e Colômbia. Chile, Uruguai e Argentina lideram o ranking regional.

Com níveis mais baixos de militarização e conflitos internacionais por causa de relações mais amigáveis entre nações vizinhas, a América do Sul melhorou levemente a performance em relação a 2015, mas perdeu o posto de quarta região mais pacífica do mundo para a América Central e Caribe.

Segundo o IEP, as regiões mais violentas do mundo continuam sendo o Oriente Médio e o Norte da África, e a Europa é a mais pacífica - ainda assim, as mortes em consequência de ações terroristas mais que dobraram no continente europeu nos últimos cinco anos.
Mundo

O planeta ficou levemente mais pacífico no último ano, mas a diferença entre nações pacíficas e violentas continua a aumentar. Enquanto muitos países passam por níveis recordes de pacificação, as 20 nações mais violentas gradativamente se tornam mais perigosas.

No total, 81 países melhoraram seus índices de paz, mas a deterioração verificada em 79 países praticamente superou o impacto desses ganhos.

O cenário se agravou mais no Iêmen, Ucrânia, Turquia, Líbia e Barein. Panamá, Tailândia, Sri Lanka, África do Sul e Mauritânia avançaram mais em pacificação.

No cenário mais amplo, o mundo enfrenta um pico histórico do terrorismo, a maior alta por mortes em confrontos em 25 anos e um nível de refugiados e deslocados por conflitos nunca visto em 60 anos, aponta o relatório.



Um homem expõe lenha para venda em Sanaa, no Iêmen; país enfrenta crise humanitária pelo conflito entre forças governistas apoiadas pela Arábia Saudita e rebeldes Houthi.Foto: YAHYA ARHAB/EPA / BBCBrasil.com

Segundo o IEP, tais fenômenos estão interligados e têm origem em um pequeno número de países, o que mostra como abalos à paz repercutem mundialmente.

"Enquanto os conflitos internos no Oriente Médio e na África se tornam mais duros, partes de fora estão se envolvendo mais e o potencial para guerras indiretas ou 'por procuração' entre nações está aumentando. Isso é evidente na Síria com o conflito entre o regime de Bashar al-Assad e múltiplos atores não-estatais, agora se espalhando para países como o Iêmen. Há um conflito 'por procuração' mais amplo entre Arábia Saudita e Irã, e mais recentemente Estados Unidos e Rússia elevaram seus níveis de envolvimento", disse, em nota, o diretor-executivo do IPE, Steve Killelea.


E embora a atividade terrorista esteja altamente concentrada em cinco países - Síria, Iraque, Nigéria, Afeganistão e Paquistão -, o alcance do terrorismo está aumentando, com apenas 23% das nações listadas no índice sem registros de incidentes desse tipo.

O IEP identifica um aumento "dramático" no número de refugiados e deslocados por conflitos, que dobrou de 2007 a 2016 e hoje atinge 60 milhões de pessoas, quase 1% da população mundial. Nove países possuem mais de 10% da população deslocada de alguma forma - índice que atinge 20% na Somália e no Sudão do Sul e 60% na Síria.

O centro de estudos estima que o impacto econômico da violência no mundo em 2015 tenha sido de US$ 13,6 trilhões, ou 13,3% do PIB mundial. O número representa uma queda de 2% em relação ao ano anterior, mas ainda equivale a 11 vezes o montante do investimento direto global.












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